Questões de Emergências Pediátricas
Questões de Emergências Pediátricas para residência médica
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Resumo rápido
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FMJ (2024) • R1
Um menino de oito anos de idade, previamente hígido, foi levado ao pronto atendimento após sofrer uma queda de sua bicicleta. Relatou que bateu a cabeça no chão, mas estava usando um capacete. Negou perda da consciência ou vômitos. No exame físico, o paciente estava alerta e orientado, com pupilas isocóricas e fotorreagentes e com escoriação na região frontal. Sinais vitais sem alterações. Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta a conduta correta para o paciente.
HEVV (2021) • R1
Uma criança de 3 anos é trazida ao pronto-socorro por ter ingerido, há cerca de 3 horas, alguns medicamentos de sua avó, que tem hipertensão arterial, asma e diabete mellitus. A criança é admitida no hospital com saturação arterial de 97%, frequência cardíaca de 45 bpm, pressão arterial de 60x35 mmHg, frequência respiratória de 18 mpm e glicemia capilar de 250 g/dl. O mais provável medicamento envolvido na intoxicação desta criança é um:
HIS (2026) • R1
Menina de 12 anos é avaliada no pronto-socorro após episódio de síncope na escola. Segundo a professora, a paciente caiu enquanto se preparava para apresentar um trabalho e relatava estar muito nervosa. Não houve liberação esfincteriana ou abalos. Permaneceu inconsciente por menos de 1 minuto. Antes da queda, lembra-se de sentir o corpo gelado e a sensação iminente de desmaio. Ao exame clínico, encontra-se em bom estado geral, com frequência cardíaca de 80bpm, ritmo cardíaco regular, bulhas normofonéticas, sem sopros. Pupilas isocóricas e fotorreagentes, com escala de coma de Glasgow 15 e exame neurológico normal. Qual é a conduta inicial indicada?
HPEV (2026) • R1
Menino de 3 anos é levado ao pronto-socorro após episódio de engasgo enquanto brincava com utensílios de cozinha, evoluindo com tosse e roncos respiratórios. A acompanhante relata ter visto grãos de feijão no local. Na admissão, encontrava-se consciente, pouco agitado, com tosse seca persistente, estridor inspiratório leve em repouso, retração intercostal e de fúrcula moderadas, com entrada de ar diminuída. Apresenta frequência respiratória de 37ipm e saturação periférica de oxigênio de 98% em ar ambiente; hemodinamicamente estável. Considerando a hipótese de aspiração de corpo estranho, qual é a conduta adequada?
IAMSPE (2019) • R1
Para a abordagem adequada da Parada Cardiorrespiratória (PCR), é fundamental conhecer qual é o ritmo associado ao evento. O ritmo cardíaco mais comumente verificado em crianças com PCR é a:
INCA (2017) • R1
Menor de três anos acordou sem querer andar. Mãe relata que, ao levantar da cama pela manhã, ele reclamou de dor na perna direita e choroupedindo colo. Refere que há cinco dias o menor apresentou um resfriado leve que durou cerca de três dias, mas que já estava bem. No exame físico o médico reparou que o menor não deixava estender e abduzir o membro acometido. Foram feitos hemograma e VHS que eram normais. A hipótese diagnóstica mais provável é:
HSL-RP (2022/2023) • R1 • SCMMA (2023) • R1
O cateter nasal de alto fluxo tem sido cada vez mais utilizado nas unidades de emergência e de terapia intensiva pediátricas evitando, em muitos casos, a ventilação mecânica invasiva. Assinale a alternativa que apresenta uma das principais situações de doenças que a ventilação com cateter nasal de alto fluxo pode auxiliar.
CERMAM (2024) • R1
QUESTÃO MODIFICADA PELO RESIFY.
Escolar de 8 anos, é atendido no setor de emergência com história de tosse e coriza há 24h, evoluindo com dispneia nas últimas 6h. Mãe relata que criança tem asma controlada, não faz uso de corticoide inalatório ou oral e nunca necessitou de internação. Ao exame físico: Escolar dispneico, tiragem subcostal, FR 40 rpm, FC 144 bpm, Sat 02 de 89%, comunica-se apenas com frases curtas. Segundo as Diretrizes Brasileiras para Manejo da ASMA, essa crise pode ser classificada como:
CERMAM (2025) • R1
Paciente do sexo feminino, 9 anos de idade, é trazida pela mãe ao pronto socorro devido a quadro de dor abdominal. Refere que a dor iniciou em região periumbilical há 1 dia e migrou para a fossa ilíaca direita (FID), evoluindo com piora da sua intensidade e presença de astenia e vômito. Nega diarreia, febre e sintomas urinários. Ao exame físico, a paciente se apresenta em bom estado geral, afebril, eupneica e hemodinamicamente estável. Seu abdome é plano, flácido, doloroso à palpação profunda em FID, com descompressão brusca dolorosa. Leucograma: 12.000 com desvio à esquerda. Proteína C reativa: 48mg/dl. Sobre o caso, assinale a alternativa INCORRETA:
EINSTEIN (2019) • R1
MSL, sexo feminino, 2 meses de vida em aleitamento exclusivo, apresenta perda de peso, recusa alimentar e vômitos. Mãe refere parto normal a termo, sem intercorrências, pré- natal adequado e gestação normal. Chega ao pronto-socorro desidratado e letárgico. Exames iniciais mostram Na+: 120 mEq/ml, K+: 5,8 mEq/ml, glicemia = 60 mg/dl; cálcio ionizado = 4,0 mEq/ ml; ureia = 10 mg/dl e creatinina = 0,6 mg/dl. A melhor conduta inicial é: