Questões do Exame Nacional de Residência (ENARE)

Questões do Exame Nacional de Residência (ENARE) para residência médica

Treine para residência médica com 13.572 questões do Exame Nacional de Residência (ENARE) no Resify. Resolva questões de provas reais e filtre o banco por ano, área, assunto e nível da prova.

Resumo rápido

O banco reúne 13.572 questões do Exame Nacional de Residência (ENARE). Comece pelas questões abaixo e consulte os temas mais cobrados para orientar sua revisão.

ENARE (2024/2025) • R+ • ENARE (2024/2025) • R1

Questão desatualizada

Um homem de 50 anos em tratamento para hepatite C, com cirrose hepática compensada CHILD PUGH A, tem histórico de falha terapêutica com uso prévio de antivirais de ação direta. O médico assistente do serviço de atenção especializada prescreveu um novo esquema terapêutico, recomendado pelo Ministério da Saúde. O esquema prescrito foi:

    ENARE (2023/2024) • R1

    Um senhor de 58 anos comparece à consulta em unidade básica de saúde e queixa-se, para seu médico de família e comunidade, de dores nos joelhos. O paciente relata que “as dores o preocupam muito, pois o atrapalham a trabalhar diariamente”. O médico, além de fazer perguntas, realiza o exame físico e conclui que se trata de caso de artrose dos joelhos, bilateralmente. Diante da preocupação do paciente, qual é a atitude esperada desse profissional de saúde?

      ENARE (2020/2021) • R1

      A atenção primária à saúde tem grande potencial para estimular a prática de atividade física. Sobre esse assunto, assinale a alternativa correta.

        ENARE (2022/2023) • R1

        Um homem de 56 anos procura atendimento médico por crise de artrite gotosa, apresentando sinais clássicos de podagra. Sobre o tratamento para esse caso, é correto afirmar que

          ENARE (2025/2026) • R+

          Paciente do sexo feminino, 52 anos, com antecedente de histerectomia total por via abdominal há 5 anos, dá entrada no pronto-socorro com dor abdominal difusa em cólica, iniciada há 24 horas, associada a náuseas, vômitos biliosos e ausência de eliminação de flatos e fezes desde então. Refere episódios semelhantes mais leves nos últimos dois anos, resolvidos espontaneamente. Ao exame físico, apresenta abdome distendido, ruídos hidroaéreos aumentados em timbre metálico, dor difusa à palpação, sem sinais de peritonite. O toque retal sem sangue ou massas. Uma radiografia de abdome em pé mostra níveis hidroaéreos em alças de delgado com padrão em “pilha de moedas”. A tomografia computadorizada (TC) confirma obstrução de delgado com ponto de transição único, presença de alças distendidas, sem pneumoperitônio ou sinais de isquemia. Exames laboratoriais com leucócitos de 11.000/mm3 e lactato normal. O diagnóstico mais provável e a melhor conduta terapêutica inicial, para essa paciente, são

            ENARE (2023/2024) • R+

            Com o aumento da expectativa de vida da população, cada vez mais as unidades de terapia intensiva estarão populadas de octogenários. Em relação aos idosos em UTI, assinale a alternativa correta.

              ENARE (2023/2024) • R+

              Na avaliação de um pedido de interconsulta psiquiátrica, dentro de um hospital geral, para avaliar possível transtorno depressivo de uma paciente de 30 anos, notou-se que a paciente foi diagnosticada recentemente com doença de Crohn. Recebeu o diagnóstico há 3 dias, com necessidade de internação por complicações clínicas. Desde então, a paciente passou a cursar com choro fácil durante as avaliações médicas, o que chamou atenção da equipe que a acompanhava na enfermaria. Mostrou-se surpresa em ser avaliada por psiquiatra, mas confessou ter ficado impactada com o diagnóstico de uma doença crônica e ter chorado em alguns momentos. Ela disse se preocupar com efeitos prolongados do uso de medicações e com o risco de complicações, mencionando o caso de um avô que teve câncer colorretal. Também queixou-se de dificuldades de dormir à noite no hospital por causa do barulho da enfermaria. No entanto não se sentia triste a maior parte do tempo, procurando no hospital alternar entre leituras sobre sua doença e outros livros, além de acessar a internet pelo celular. Antes da internação, vinha com bom funcionamento socio-ocupacional, limitado apenas pelos sintomas gastrointestinais. A paciente negou também ideação suicida ou sintomas psicóticos. Ela tem histórico de um episódio depressivo aos 20 anos, tratado com sucesso com escitalopram 20 mg/dia, o qual foi mantido por um ano. Desde então, ela manteve-se sem sintomas depressivos identificáveis. Na avaliação, mostrou-se inicialmente um pouco ansiosa, mas logo acalmou-se, humor eutímico, pensamento coerente e linear, afeto congruente e sem alteração psicomotora. A melhor atitude em relação ao caso dessa paciente é

                ENARE (2025/2026) • R+

                Gestante de 28 anos, G2P1, com 30 semanas de gestação e diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1 desde a infância, dá entrada no pronto atendimento com queixa de náuseas, vômitos, fraqueza intensa e redução da movimentação fetal nas últimas 24 horas. Relata infecção urinária em tratamento com antibiótico há 2 dias. Ao exame: PA 100 × 70 mmHg, FC 122 bpm, FR 26 irpm, temperatura 37,8 °C, desidratada, soporosa e taquipneica (respiração de Kussmaul). A palpação obstétrica revelou ausência de atividade uterina. Ausculta fetal com BCF 160 bpm. Exames laboratoriais: glicemia capilar: 260 mg/dL, gasometria venosa: pH 7,18; HCO3−: 11 mEq/L; pCO2: 28 mmHg, cetonemia positiva (+++), potássio sérico: 4,5 mEq/L, creatinina: 1,3 mg/dL, EAS: piúria (++), nitrito positivo. Ultrassonografia obstétrica mostrava feto único, BCF presente, movimento fetal discreto, líquido amniótico normal. A conduta adequada para essa gestante é

                  ENARE (2024/2025) • R+

                  Paciente procurou o hepatologista com queixa de desconforto em hipocôndrio direito. Apresenta IMC de 30, circunferência abdominal de 98 cm3, disglicemia, com HBa1c de 6.8% e dosagem de insulina de 20. Na ultrassonografia de abdômen, percebe-se fígado hiperecogênico e aumentado de volume. A elastografia hepática foi de 5.5 KPa (fibrose F0 – ausente) e CAP de 289 dB/m, compatível com esteatose moderada. A doença hepática gordurosa não alcóolica é entidade frequentemente associada à síndrome metabólica. Nesse caso, a melhor conduta terapêutica é:

                    ENARE (2022/2023) • R+

                    Quanto ao estudo radiológico para diagnóstico de patologias sinusais, assinale a alternativa correta.