Questões de Ginecologia Geral

Questões de Ginecologia Geral para residência médica

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Resumo rápido

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FAMEMA (2026) • R1

Mulher de 37 anos, nuligesta, cor preta, teve menarca aos 10 anos e refere ciclos menstruais regulares, porém, nos últimos três anos, com aumento progressivo da duração e da intensidade do fluxo. Está tentando engravidar há quinze meses, sem sucesso. Nega dispareunia. Refere também sensação de peso no baixo ventre. Com base no quadro descrito, assinale a alternativa que apresenta corretamente o diagnóstico mais provável.

    FJG (2020) • R1

    Puérpera praticando aleitamento materno exclusivo procura Clínica da Família, com queixa de dor intensa ao amamentar. Os sintomas pioraram muito no quinto dia de vida e o bebê não consegue sugar adequadamente. No exame clínico, nota-se mamas difusamente edemaciadas, firmes e doloridas, com difícil saída de leite à expressão. A conduta mais apropriada nesse caso é:

      HAC (2018) • R1

      Paciente de 55 anos, GIII PIII, menopausa há 3 anos, vem ao consultório para consulta de rotina. Nega patologias associadas e não tem queixas. Quais exames não devem ser solicitados: (Manual de Ginecologia e Obstetrícia do Johns Hopkins –Endometriose)

        HCPA (2025) • R1

        Nulipara de 32 anos (menarca aos 12 anos), com ciclos menstruais regulares, veio à consulta por quadro de dismenorreia e dor pélvica crônica. Fazia uso de pílula anticoncepcional de forma errática, apresentando melhora dos sintomas nestes períodos. Sem queixas urinárias ou intestinais, informou manter dieta equilibrada e fazer exercícios físicos (3 vezes/semana). O exame físico não revelou anormalidades. Trouxe ultrassonografia pélvica transvaginal, mostrando um cisto folicular de 15 mm. A conduta inicial prescrever

          HPM (2020) • R1

          A gravidez ectópica é uma complicação da gravidez em que o embrião se forma fora do útero. Os sinais e sintomas clássicos incluem dor abdominal e hemorragia vaginal, embora apenas menos da metade das mulheres apresente ambos os sintomas. No acompanhamento da suspeita de gravidez ectópica íntegra, a situação laboratorial que possui considerável relevância na elucidação diagnóstica é:

            ISCMSP (2020) • R1

            Uma paciente nuligesta de 28 anos de idade deu entrada no pronto-socorro com queixa de dor em fossa ilíaca esquerda há um dia. Refere ciclos menstruais regulares, com duração de três dias e intervalos de 28 dias, e nega dismenorreia. DUM há quinze dias. Ao exame físico, paciente em bom estado geral, corada, hidratada, afebril, com frequência cardíaca de 86 bpm, pressão arterial de 110 x 70 mmHg, abdome plano, flácido, doloroso à palpação profunda de fossa ilíaca esquerda e DB negativo. Ao toque, útero intrapélvico, móvel, indolor à mobilização, e anexo esquerdo pouco aumentado e discretamente doloroso à manipulação. Hb: 12; leucócitos: 6.700 e PCR: 1. Realizou USG TV, que revelou: cisto hemorrágico de 3 cm em ovário esquerdo. Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada.

              UFPR (2021) • R1

              Considere o seguinte caso: J.M., 25 anos, vem ao pronto atendimento de ginecologia e obstetrícia (PAGO) com queixa de dor em baixo ventre iniciada com média intensidade há 2 dias, aumentando nas últimas 24 horas. Apresenta-se prostrada, mas com estado geral satisfatório. G0P0, DUM há 3 dias e em uso de dispositivo intrauterino "T de cobre", que foi inserido há 2 meses. Iniciou atividade sexual aos 18 anos, tendo 3 parceiros no total desde o início e estando com o parceiro atual há 3 meses. Como não se adaptou ao uso de pílula, optou pela contracepção com DIU. Ao exame físico: T 38,5 oC; FC 88 bpm; PA 130/80 mmHg. Ao exame clínico, apresenta dor à palpação em hipogástrio, mas sem sinais de peritonite. Exame da região genital externa sem alterações. Exame especular apresenta conteúdo vaginal de características normais e colo uterino com ectopia. Muco cervical sem alterações. Ao toque, percebe-se "movimento de defesa", pela dor despertada, e sensação de "preenchimento" em fundo de saco de Douglas. Apresenta, ainda, dor exacerbada à mobilidade uterina, que se encontra preservada. Entre os exames complementares, o hemograma mostra sinais inflamatórios com desvio nuclear para esquerda e VHS aumentado. Parcial de urina normal com presença de eritrócitos aumentados e demais provas bioquímicas sem alterações. Ecografia demonstra conteúdo denso em forma alongada junto ao fundo de saco, com cerca de 10 cm no seu maior diâmetro, volume de 80 cm3 e fixado à parede vaginal, com dor ao contato do transdutor. A conduta adequada para esse caso é:

                BOS (2019) • R1

                Entre os fatores de risco para o desenvolvimento de miomas, destaca-se:

                  CMC (2020) • R1

                  Paciente com atraso menstrual de 10 semanas refere dor pélvica em cólica acompanhada de sangramento vaginal há 2 horas. Ao exame, encontra-se estável hemodinamicamente. Palpase o útero na altura da cicatriz umbilical, não sendo possível auscultar os batimentos cardíacos fetais. Ao exame vaginal, o colo é impérvio e há sangramento pelo orifício cervical. A ultrassonografia mostra conteúdo amorfo e heterogêneo na cavidade uterina, com útero medindo 16cm em seu diâmetro longitudinal. A hipótese diagnóstica mais provável é de:

                    CVV Francisca Júlia (2023) • R1 • SCMSJC (2023) • R1

                    Definida pela presença de glândula e/ou estroma endometrial em localização fora da cavidade uterina. Cursa com inflamação crônica pélvica, principalmente favorecendo o aparecimento de aderências, faz referência a: