Questões do Hospital Angelina Caron (HAC)

Questões do Hospital Angelina Caron (HAC) para residência médica

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Resumo rápido

O banco reúne 855 questões do Hospital Angelina Caron (HAC). Comece pelas questões abaixo e consulte os temas mais cobrados para orientar sua revisão.

HAC (2018) • R1

Paciente de 22 anos, nulípara, diabética, hipertensa, apresenta sangramento uterino anormal secundário à leiomioma uterino. Iniciou o tratamento com análogo de GnRH há três meses e obteve melhora importante do sangramento uterino, assim como redução do volume uterino (750 para 400cm3). Refere sintomas vasomotores leves. Qual a última opção de tratamento para a paciente? (Manual de Ginecologia e Obstetrícia do Johns Hopkins – Leiomiomas Uterinos)

    HAC (2018) • R1

    Paciente de 13 anos, menino, veio encaminhado para você com queixa de agressividade. Primeiro filho, pais sempre observaram atraso global de desenvolvimento. Andou e falou com 3 anos. Até hoje dificuldade de linguagem e dificuldade de aprendizado, com várias reprovações na escola. História de crise convulsiva febril com 1 ano de idade. Ao exame agitação, contato visual pobre, repulsa ao toque quando examinado e estereotipias em mãos. Orelhas grandes e proeminentes, bem como face alongada com prognatismo mandibular. O diagnóstico mais provável e conduta: (PROPED ciclo 3 vol. 2 pág.: 67)

      HAC (2021) • R1

      Mulher, 74 anos, está sendo submetida a tratamento para pneumonia. Na evolução, observase lesões eritemato-descamativas de pele. Os exames revelam: elevação dos níveis séricos de uréia e creatinina, urina tipo 1 com proteinúria (1,3 g/l), hematúria (50.000/mm3) e leucocitúria (superior a 1.000.000/mm3). Urocultura negativa. O diagnóstico mais provável é: (Dennis L. Kasper, Stephen L. Hauser, J. Larry Jameson . Medicina Interna de Harrison, parte 9 -20.Ed– 2020.)

        HAC (2024) • R1

        Paciente feminina, 45 anos, procura atendimento clínico ambulatorial para atualizar seu acompanhamento médico. Atualmente, queixa-se de perda da vontade de realizar atividades dantes prazerosas, sono de má qualidade, parestesia de membros inferiores, fadiga importante. Pratica exercícios regularmente em casa mas ultimamente tem se sentido menos disposta. Nega tabagismo ou etilismo, refere baixa ingesta de carne de qualquer tipo, bem como de frutas e verduras. Alimentação tem sido à base de alimentos congelados e ultraprocessados. Dosagem sérica de vitamina B12 mostrou-se < 50 pg/mL. A respeito da hipovitaminose B12, é correto afirmar: "Nogueira-de-Almeida, C. A., Fernandes, S. L., Soriano,

          HAC (2021) • R1

          Homem com 28 anos deu entrada no serviço de emergência com queixa de uma dor abdominal que começou depois de ter consumido pizza e nove cervejas. A dor é constante, localizada na parte superior do abdome em faixa e irradia-se para as costas. Cerca de 3 a 4 horas após o início da dor, o paciente vomitou uma grande quantidade de alimento não digerido, mas a êmese não aliviou a dor. Não apresenta nada de notável em sua história patológica pregressa. Ele consome bebida alcoólica apenas nos fins de semana, quando vai a festas com os amigos. Ao exame, ele parece desconfortável. Sua temperatura é de 38,9°C, a frequência cardíaca é de 116 BPM, a pressão arterial é de 120/60 mmHg e a frequência respiratória é de 26 IRPM. O abdome está distendido e sensível à palpação nas áreas epigástrica e periumbilical. Os exames laboratoriais revelam leucometria de 18.560/mm3, hemoglobina de 15 g/dL, hematócrito de 43%, glicose de 216 mg/dL, bilirrubina total de 3,4 mg/dL, aspartato aminotransferase [AST] de 368U/L, alanina aminotransferase [ALT] de 421 U/ L, desidrogenasse láctica [LDH] de 300 U/L e amilase sérica de 6.720UI/L. A gasometria arterial [ar ambiente] revela pH de 7,37, Paco2 de 31 mmHg, Pao2 de 69 mmHg e HCO3 de 22 mEq/L. A radiografia de tórax revela a presença de uma pequena efusão pleural. Dentre as complicações vigentes para o caso assinale V[verdadeiro] e F[falso]: [ ] Pulmonar: atelectasia, derrame pleural, síndrome da angústia respiratória; [ ] Cardíaca: insuficiência cardíaca; [ ] Metabólica: hiperglicemia, acidose, hipocalemia e hipomagnesemia; [ ] Sistêmica: coagulação vascular disseminada, síndrome de disfunção de múltiplos órgãos e sistemas, depleção do espaço extracelular, choque. (Yoo S. J, Sun H. S, Choo S. Y. Capítulo 139. In COELHO J. C. U. Aparelho Digestivo Clínica e Cirurgia São Paulo: Atheneu. 2005)

            HAC (2020) • R1

            K.A.V, mulher, 26 anos, está em investigação clínica para detectar razões de infertilidade. Seus resultados laboratoriais incluem um hematócrito de 34%. VCM (Volume Corpuscular Médio) e valores de transferrina e ferritina normais. Exame físico revelou ausência de adenopatia periférica significativa e uma tomografia computadorizada abdominal mostra uma esplenomegalia moderada. Fígado, pâncreas, vesícula biliar, estômago normais e sem adenopatia visceral. A próxima ação apropriada a fazer:

              HAC (2023) • R1

              Questão desatualizada

              Sobre "rinites", é correto afirmar: (Araújo, E., Pereira AA., Magalhães AC. Rinte. EM: Duncan BB., Schmidt, MI., Giugliani, ERJ. Medicina ambulatorial: Condutas de atenção primária baseadas em evidências. 3a Edição. Artmed. 2004.)

                HAC (2020) • R1

                Questão anulada

                Homem, de 51 anos, branco, assintomático, vem ao consultório para consulta de rotina. Tem diagnóstico de diabetes mellitus tipo 2 há 02 anos em uso de metformina 1g/dia, é extabagista e relata histórico familiar de doença coronariana (dois irmãos, aos 45 e 48 anos, ambos submetidos a cirurgia de revascularização do miocárdio). Exame clínico: PA= 140x80 mmHg, FC= 82 bpm, IMC=31,2 Kg/m2, Bulhas cardíacas rítmicas, normofonéticas, sem sopros, restante sem alterações. Exames laboratoriais: Colesterol total = 216 mg/dL; LDL= 135 mg/dL, HDL = 38 mg/dL, Triglicérides = 216 mg/dL, Glicemia de jejum= 152 mg/dL; hemoglobina glicada Hb1Ac= 7,6%; PCR ultrassensível= 4,1 mg/L; Creatinina= 1,1 mg/dL. Hemograma, transaminases, CPK, função tireoidiana e urina tipo 1 normais. Segundo a diretriz brasileira de prevenção cardiovascular para reduzir morbidade e mortalidade cardiovascular, neste paciente, devemos classificá-lo e adotar as seguintes condutas terapêuticas:

                  HAC (2023) • R1

                  Paciente L.A., masculino, 50 anos de idade, com queixa de tosse com expectoração clara de longa data. Há 2 anos em piora progressiva, hoje com mMRC 3 e aparecimento de edema de membros inferiores. Tabagista de 40 anos/maço. Ao chegar ao pronto atendimento, está com frequência respiratória de 20 incursões/minuto. Tem aumento de diâmetro anteroposterior do tórax, percussão com hipertimpanismo, diminuição global dos murmúrios vesiculares e roncos difusos à ausculta pulmonar. Estase jugular, hepatomegalia a 3cm do rebordo costal direito e edema depressível 2+/4+ de ambos os membros inferiores. Sem demais alterações significativas ao exame físico. Gasometria arterial: pH 7,36; pO2 52 mmHg; pCO2 47 mmHg; HCO3 27 mmol/L. Dos itens abaixo, qual tratamento é o que tem maior impacto na mortalidade em longo prazo para esse paciente? (SOCIEDADE BRASILEIRA DE PNEUMOLOGIA E TISIOLOGIA - .J BRAS PNEUMOL. 2022;48(5):E20220179)

                    HAC (2019) • R1

                    Paciente com 1 ano e 4 meses de idade é levado ao serviço de emergência devido a tosse, dispneia intensa, estridor inspiratório. A mãe informa que o quadro vem evoluindo há cinco dias com coriza, rouquidão e tosse ladrante. Ao exame físico: FR = 54 irpm; estridor que piora com o choro, tiragem subcostal e supra-esternal. Qual o diagnóstico provável e agente etiológico mais comum, respectivamente: (ROZOV, T. Doenças Pulmonares Em Pediatria. São Paulo: Atheneu, 2012.)