Questões do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA)
Questões do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) para residência médica
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Resumo rápido
O banco reúne 1.749 questões do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). Comece pelas questões abaixo e consulte os temas mais cobrados para orientar sua revisão.
HCPA (2019) • R1
Adolescente de 13 anos veio à consulta por baixa estatura. Negou doenças prévias e relatou ter desempenho escolar adequado. Ainda não ocorrera a menarca. A altura do pai era 175 cm, e a da mãe, de 165 cm. O exame físico revelou que a paciente encontra-se no estágio de Tanner M1P1. Seu peso era de 60 kg, a altura de 143 cm (escore-Z -2), com velocidade de crescimento de 2 cm/ano nos últimos 2 anos, e o IMC de 29,3 kg/m2 (escore-Z > + 2). Para confirmação do diagnóstico mais provável, que conduta, dentre as abaixo, é fundamental?
HCPA (2026) • R1
Paciente feminina, de 40 anos, com diabetes melito (IMC de 35 kg/m2), referiu dor e inchaço na perna direita com evolução de 24 horas, associados a vermelhidão local e alguns episódios de mal-estar e calafrios. Ao exame clínico, constataram-se eritema e aumento da temperatura local; registraram-se dor ao toque na perna e dificuldade de deambular. Considerando o quadro clínico, qual a principal suspeita diagnóstica e qual a conduta inicial mais adequada?
HCPA (2024) • R+ • HCPA (2024) • R1
Paciente feminina, de 72 anos, em bom estado geral, procurou atendimento após ter sido submetida a uma colonoscopia para investigar hematoquezia + anemia (hemoglobina de 6,2 g/dl). O exame endoscópico revelou uma lesão no cólon transverso, e o exame anatomopatológico foi compatível com o diagnóstico de adenocarcinoma. Trouxe à consulta tomografia computadorizada (TC) de abdômen com contraste intravenoso, que demonstrava 5 lesões hepáticas, todas com menos de 3,0 cm, hipovasculares em relação ao parênquima. À TC de tórax, não havia sinais radiológicos de doença metastática. A dosagem sérica do CEA foi de 2,0 ng/ml (valor de referência: < 3,5 ng/ml). Com base no quadro, qual a conduta mais adequada?
HCPA (2017) • R1
Paciente de 45 anos veio à consulta por apresentar, há 2 semanas, diarreia líquida, com 3 evacuações diárias, sem sangue, muco ou pus. Negou outros sintomas. Havia iniciado o uso de metformina na dose de 850 mg, por via oral, 3 vezes/dia, para tratamento de diabetes mellitus tipo 2, dois dias antes do início da diarreia. Qual a conduta mais adequada?
HCPA (2023) • R1
Paciente com 37 semanas de gestação procurou a Emergência Obstétrica por sangramento vaginal. Informou realizar pré-natal (risco habitual), sem intercorrências. Ao exame, apresentava pressão arterial de 140/90 mmHg, frequência cardíaca de 110 bpm, altura uterina de 32 cm, 5 contrações dolorosas em 10 minutos, útero hipertônico e batimentos cardiofetais de 100 bpm. O exame especular revelou sangramento pelo orifício cervical externo, sem dilatação. Qual o diagnóstico mais provável e qual a conduta a ser seguida?
HCPA (2022) • R+ • HCPA (2022) • R1
Paciente de 56 anos, com hipertensão arterial desde os 50 e obesidade (IMC de 31 kg/m2), foi diagnosticado com diabetes melito tipo 2 há 1 ano. Vinha em uso de enalapril (20 mg, 2 vezes/ dia), hidroclorotiazida (25 mg/dia), metformina (2.000 mg/dia) e glimepirida (4 mg, 2 vezes/ dia). Foi encaminhado ao nefrologista para avaliação da função renal. Exames laboratoriais revelaram creatinina de 1,7 mg/dl (CKD-EPI de 46 ml/min, potássio de 4,9 mg/dl, HbA1c de 8,9%, albuminúria em amostra de 256 mg/l e EQU sem achados patológicos. Visto que apresenta doença renal do diabetes, recebeu, para esse diagnóstico, a prescrição de
HCPA (2020) • R+
Dentre as situações clínicas abaixo, todas de lesão renal aguda, qual é a mais compatível com lesão renal aguda pré-renal?
HCPA (2025) • R+
Paciente masculino, de 56 anos, internado por piora da dispneja e ganho de peso de 8 kg, foi diagnosticado com insuficiência cardíaca congestiva aguda. Tinha histórico de hipertensão arterial, diabetes melito tipo 2, doença arterial coronariana, doença renal crônica com taxa de filtração glomerular categoria 3b e albuminúria categoria 2 (G3bA2), além de miocardiopatia isquêmica com fração de ejeção de 30%. Referiu boa adesão aos medicamentos prescritos: losartana (100 mg. 1 vez/dia), furosemida (40 mg, 2 vezes/dia), atorvastatina (40 mg, 1 vez/ dia) e insulina em esquema basal e bolus. A pressão arterial era de 162/92 mmHg, e a frequência cardíaca, de 104 bpm. O exame físico revelou um ritmo de galope (B3), e a ausculta cardíaca, crepitações bilaterais e edema depressível (3+). Exames laboratoriais séricos da admissão indicaram sódio de 132 mEg/l, potássio de 5,2 mEq/l, ureia de 63 mg/dl e creatinina de 2,1 mg/dl (creatinina basal de 1,4 mg/dl). Com base no quadro, a melhor opção terapêutica imediata é
HCPA (2020) • R+ • HCPA (2020) • R1
Paciente de 50 anos, sem diagnóstico de doenças prévias, consultou por vir apresentando, há 3 anos, episódios de cefaleia muito intensa nos primeiros minutos, que ocorrem quase sempre na madrugada (fazendo-o despertar), duram em torno de 1 hora e têm remissão espontânea, mas retornam cerca de 4 vezes no mesmo dia. Essa condição se repete por algumas semanas e, depois, o sintoma desaparece por cerca de 6 meses. A cefaleia é unilateral, sempre à esquerda, com episódios de congestão das mucosas nasal e conjuntival esquerdas em algumas ocasiões. Por duas vezes, procurou uma Unidade de Pronto-Atendimento, tendo recebido oxigênio por máscara, com alívio da crise. Mostrava-se preocupado porque, apesar de haver remissões espontâneas, a dor era intensa e ele desconhecia seu significado. No momento da consulta, encontrava-se assintomático, e o exame físico era normal. Com base nos dados, qual o diagnóstico mais provável?
HCPA (2023) • R+
Paciente masculino, de 80 anos, ex-tabagista, com história de infarto do miocárdio, veio ao Ambulatório queixando-se de dor epigástrica, fraqueza, vômitos diários pós-alimentares e emagrecimento significativo. A endoscopia realizada mostrou lesão ulcerada no antro gástrico que impedia a passagem do endoscópio (AP: adenocarcinoma pouco diferenciado do tipo intestinal). O estadiamento não indicou evidência de doença localmente avançada ou sistêmica. A hemoglobina era de 9 g/dl. A tentativa de passagem da sonda nasoenteral não obteve sucesso. Após 10 dias de nutrição parenteral, houve melhora do estado nutricional. Qual a conduta MAIS ADEQUADA a partir de agora?