Questões do Hospital de Urgência de Sergipe (HUSE)
Questões do Hospital de Urgência de Sergipe (HUSE) para residência médica
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Resumo rápido
O banco reúne 398 questões do Hospital de Urgência de Sergipe (HUSE). Comece pelas questões abaixo e consulte os temas mais cobrados para orientar sua revisão.
HUSE (2021) • R1
Você é chamado pela enfermeira para administrar algum antiemético a uma criança de 12 anos que está vomitando e com cefaleia na fila de espera de um pronto-socorro lotado. Você observa uma menina em estado geral regular, eupneica, normocorada, edemaciada ++/4+,14 pontos na escala de coma de Glasgow, afebril e sem história de febre, frequência cardíaca de 90 bpm, frequência respiratória de 15 rpm, saturação de 98% em ar ambiente, pressão arterial 168 x 104 mmHg. Sem achados dignos de nota nos demais aparelhos. Mãe informa história de odinofagia há 2 semanas que melhorou com diclofenaco, associado à turvação urinária. Qual alternativa dentre as abaixo identifica o diagnóstico, a estratificação e a conduta inicial CORRETOS?
HUSE (2024) • R1
Escolar, 9 anos, sexo masculino, apresentou atraso no desenvolvimento neuropsicomotor e distúrbio de aprendizagem desde a entrada na escola. Nasceu de parto normal, hospitalar, a termo, em boas condições. Mamou no seio materno até seis meses e teve desenvolvimento pondero-estatural normal. Demonstra nítido déficit cognitivo, não permanece quieto mesmo se repreendido, nota-se incoordenação motora, movimentos estereotipados em membros superiores e distúrbio da fala caracterizado por ecolalia. História familiar: pais NÃO consanguíneos, mãe com 36 anos, com inteligência limítrofe e saudável, pai com inteligência normal, um primo materno (filho da irmã da mãe) com quadro clínico semelhante, também com limitação intelectual. Exame físico: fácies alongada, cabeça e orelhas grandes, além das pregas simiescas em palmas e os pés planos. A hipótese diagnóstica mais provável é síndrome:
HUSE (2022) • R1
Pré-escolar de quatro anos, sexo masculino, apresentou, há 30 dias, febre, coriza e dor de garganta, tendo sido levado ao pediatra, que receitou amoxicilina. Após três dias sem melhora clínica, voltou ao médico, que manteve o diagnóstico de infecção de vias aéreas superiores e iniciou cefalosporina. A criança apresentou melhora da febre, mas a mãe notou descoramento progressivo e claudicação (dor no membro inferior direito) e, por isso, o medicou por conta própria com anti-inflamatório não hormonal, ocasionando o desaparecimento da dor. A criança permaneceu descorada e mais hipoativa, e foi novamente levada ao pronto-socorro. Nessa consulta, ao exame físico, apresentava-se: hipocorado ++/4+, linfadenopatia cervical bilateral com linfonodos endurecidos, coalescentes, sem sinais flogísticos, comprometendo todas as cadeias cervicais e pequenos nódulos na fossa supraclavicular direita; fígado: 2 cm do rebordo costal direito, baço: 4 cm do rebordo costal esquerdo. Os exames laboratoriais revelam: Hb = 9,0 g/dl, leucócitos = 10.800/mm3 (neutrófilos = 5%, linfócitos = 90% e monócitos = 5%), plaquetas = 130.000/mm3; DHL = 860 U/L (normal = 240–480 U/L), ácido úrico = 4 mg/dl. A ultrassonografia abdominal solicitada revelou aumento homogêneo de fígado e baço. A conduta indicada para esse caso é:
HUSE (2024) • R1
Paciente masculino, 77 anos, cardiopata e diabético, sabidamente portador de colecistolitíase, vem com histórico de dor abdominal associada a vômitos com evolução de 07 dias. Várias idas em unidade de pronto atendimento até que passa a evoluir com rebaixamento do nível de consciência, hipotensão refratária à hidratação venosa e necessidade de droga vasoativa. Está com Sat O2: 90% em uso de suplementação de oxigênio por máscara. Apresenta leucocitose, elevação de ureia e creatinina. TC de abdome mostra sinais de colecistite aguda (aumento de densidade nos arredores da vesícula biliar e espessamento de sua parede). Foi admitido em UTI e solicitada avaliação cirurgião. A melhor conduta para este caso é:
HUSE (2022) • R1
Paciente interno com periodontite, disfágico, estado mental alterado, expectoração purulenta pútrida, e radiografia de tórax evidenciando consolidação em base pulmonar direita. Está CORRETO afirmar:
HUSE (2023) • R1
Sobre o manejo da via aérea no paciente traumatizado, assinale a opção CORRETA:
HUSE (2021) • R1
Ao examinar um lactente, sexo feminino, de 18 meses, observam-se as seguintes medidas evolutivas do PC: ao nascer (35 cm), 1 mês (37 cm), 4 meses (42 cm), 7 meses (44 cm), 9 meses (44,5 cm), 12 meses (44,5 cm). Desenvolvimento: sorriso social com dois meses, gargalhadas com quatro meses, sentou-se com sete meses, arrastou-se com nove meses e balbucio de sons consonantais com dez meses. Atualmente, não fica de pé com apoio, não engatinha, emite sons guturais, não pega o brinquedo ou objetos em seu campo de alcance. Tem contato visual, mas não compreende jogos de esconde- esconde, dança, acenar adeus ou bater palmas. Realiza movimentos repetitivos e estereotipados de mãos, do tipo lavar ou esfregar. Há um mês apresentou quatro crises convulsivas tônico-clônicas generalizadas. O diagnóstico sindrômico é:
HUSE (2023) • R1
Assinale a correspondência CORRETA entre tratamento da dermatite da área das fraldas entre estágios de dermatite e tratamento indicado: A) Com eritema intenso; B) Com eritema intenso mais pústulas; C) Leve; D) Com eritema intenso mais pústulas mais evidência de infecção secundária; E) Piora da dermatite prévia; 1- Antibioticoterapia tópica, com neomicina, Gentamicina ou mupirocina a 2%; 2- Troca frequente de fraldas. Limpeza com agentes brandos e água morna. Cremes de barreira; 3- Corticóide tópico de baixa potência (creme de Hidrocortisona a 1% por 2 a 3 dias); 4- Suspeitar de infecção por Cândida. Creme antifúngico, com nistatina ou miconazol a 1% (2x/dia) por 7 a 10 dias; 5- Considerar outros diagnósticos diferenciais.
HUSE (2024) • R1
Mãe de lactente com seis semanas amamentado exclusivamente ao seio, apresenta há um dia área hiperemiada, pouco dolorosa e com enduração no quadrante superior externo de sua mama direita. Ela está em bom estado geral, sem febre e usa sutiã com aro de metal. O lactente, recentemente, começou a dormir um período de seis horas durante a noite. A conduta neste caso é:
HUSE (2022) • R1
Adolescente, sexo masculino, 16 anos, é levado à emergência por amigos, após ter consumido uma substância psicoativa não identificada em uma festa. Exame físico: pupilas midriáticas, agitação psicomotora, taquicardia (FC:120 bpm), hipertensão (PA: 144 X 94 mmHg), temperatura axilar: 39° C e sudorese. A substância e o respectivo princípio ativo responsável por este evento são: