Questões do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO)

Questões do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO) para residência médica

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Resumo rápido

O banco reúne 698 questões do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO). Comece pelas questões abaixo e consulte os temas mais cobrados para orientar sua revisão.

INTO (2017) • R1

Você foi chamado para avaliar um paciente de 35 anos em pós-operatório de fratura de fêmur após um acidente automobilístico. Ele vem recebendo paracetamol para controle álgico e doses frequentes de morfina e apresentou quadro súbito de agitação, tremor, diaforese e desorientação alopsíquica, mantendo orientação autopsíquica. Hemograma e bioquímica estão normais e não há comorbidades relatadas em prontuário. Seu exame físico revela febre (39°C), taquicardia (110 bpm). Pressão arterial de 180 x 90 mmHg e frequência respiratória de 18 irpm. Pulmões limpos à ausculta pulmonar. Ferida operatória limpa. Qual o diagnóstico mais provável?

    INTO (2018) • R1

    Qual a droga de escolha para tratamento medicamentoso inicial de diabetes mellitus em paciente do sexo feminino, 54 anos de idade, hipertensa, com sobrepeso e sem outras comorbidades?

      INTO (2020) • R1

      Recém-nascido, AIG, 42 semanas de gestação, apresenta taquipnéia e desconforto respiratório precoce, com piora importante e progressiva. Radiografia de tórax com infiltrado irregular e grosseiro em ambos os pulmões além de achatamento do diafragma. Qual o diagnóstico provável?

        INTO (2023) • R1

        Uma paciente de 41 anos de idade, sem comorbidades, dá entrada na emergência com quadro de tosse, dor pleurítica e febre aferida de 39°C. A aferição dos sinais vitais mostra uma pressão arterial de 130 x 85 mmHg, frequência cardíaca de 105 bpm e frequência respiratória de 35 irpm. A paciente está vigil e orientada. Traz consigo uma receita médica com prescrição de amoxicilina + ácido clauvulânico de cinco dias atrás, que refere estar tomando, além de uma radiografia de tórax que evidencia uma hipotransparência em base pulmonar direita. Antígeno para SARS COV-2 feito na triagem: Negativo. Exames laboratoriais: Na+ 130mEq/L, K+ 4,0mEq/L, creatinina 1,0mg/dl, ureia 30mg/dl. Considerando os dados apresentados, a conduta subsequente é:

          INTO (2017) • R1

          Uma paciente de 40 anos de idade, internada na enfermaria por hemorragia digestiva alta, apresenta dispneia súbita enquanto recebia hemotransfusão de um concentrado de hemácias (iniciada há 90 minutos). Ao exame físico, a temperatura é 39°C, a frequência cardíaca é 115 bpm; a pressão arterial é 110 x 65 bpm e a frequência respiratória é 28 irpm, com saturação periférica de O2 de 83%. A enfermeira instalou cânula nasal de O2 a 2L/min. A ausculta pulmonar revela sibilos esparsos e estertores crepitantes difusos. A ausculta cardíaca é normal e a paciente não apresenta sinais de congestão periférica. Radiografia de tórax no leito revela infiltrado difuso bilateral. Qual o diagnóstico?

            INTO (2024) • R1

            Uma mulher de 23 anos, nuligesta, apresenta ciclos menstruais regulares com duração de 4 a 6 dias em média. Ao exame físico, nota-se que a paciente é obesa, apresenta acne leve e discreta pilificação na face. Não há outros sinais de virilização grave ou de acantose nigricans. Ao ser questionada, ela diz que esses achados começaram na adolescência. Considerando a principal hipótese diagnóstica, foi solicitada ultrassonografia pélvica transvaginal que demonstrou mais de 20 folículos de 5mm e um volume ovariano de 13cm3 . Diante do exposto, o diagnóstico mais provável desta paciente é:

              INTO (2023) • R1

              Paula tem quatro anos e, há três meses, iniciou quadros recorrentes de febre de 40°C, odinofagia, linfonodomegalia cervical dolorosa e dor abdominal. Os episódios costumam durar cinco dias e recorrem a cada duas semanas com resolução espontânea. Nos períodos de remissão, Paula fica totalmente assintomática. A mãe de Paula diz que os antibióticos não encurtam o período de duração da doença, mas que decidiu por conta própria, dar corticoide para a filha e que observou melhora quase imediata. O diagnóstico mais provável é:

                INTO (2019) • R1

                Paciente do sexo masculino, 62 anos, hipertenso controlado, apresentando queixa de epigastralgia com 6 meses de evolução. Foi submetido a uma endoscopia digestiva alta que revelou uma lesão infiltrante Borrmann IV localizada no 1/3 superior do estômago iniciando-se 2 cm abaixo da junção esôfago-gástrica e pérvea ao endoscópio. A biópsia da lesão mostrou um adenocarcinoma pouco diferenciado com células em anel de sinete. Quanto aos exames de estadiamento observamos: Rx e TC de tórax normais e TC de abdome superior mostrando espessamento da pequena curvatura da parede do estômago e linfonodomegalias perigástricas, com fígado e peritônio sem sinais de doença mestática. Quanto aos exames laboratoriais apresentava albumina: 3,5 g/dl, hematócrito: 36% e hemoglobina: 12g/dl. Qual seria a sua conduta inicial em relação ao caso:

                  INTO (2016) • R1

                  Homem de 38 anos vítima de acidente automobilístico deu entrada no pronto socorro com lesão de face grave e volumoso sangramento na cavidade oral, não conseguindo exteriorizar a língua. Escolha a melhor conduta para o caso apresentado acima.

                    INTO (2018) • R1

                    Um motorista, sem cinto de segurança, recebe um impacto frontal ao colidir com um poste e sofre uma fratura da face Le Fort II, um pneumotórax direito com um tórax instável e respiração paradoxal, bem como fraturas de membros inferiores e pélvis. Ao exame físico, a sua pressão arterial inicial é de 70 mmHg, pulso de 145bpm e cianose. Há sangue e fluido drenando da área da fratura facial. Nesse caso, a conduta inicial mais correta é: