Questões de Medicina Intensiva Pediátrica
Questões de Medicina Intensiva Pediátrica para residência médica
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Resumo rápido
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ENARE (2026/2027) • R+
Pré-escolar, 2 anos, 12 kg, é internado na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica por pneumonia e derrame pleural. Está taquipneica, vomitou um pouco, está hidratada e com diurese e função renal preservadas. A equipe indicou hidratação venosa de manutenção pela Regra de volume de Holliday-Segar. A taxa de infusão mais adequada nas primeiras 24 horas é de
HSL-PUCRS (2024) • R1
Escolar, 8 anos, é atendida em emergência pediátrica com quadro de insuficiência respiratória por pneumonia grave, evoluindo para intubação orotraqueal. Ao chegar na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica, está com saturação de 88%, pressão inspiratória 30 mmHg, pressão expiratória positiva final 14 mmHg, fração inspirada de oxigénio de 100% e volume corrente de 10 mL/kg. Radiografia de tórax: comprometimento pulmonar bilateral com infiltrado alveolar difuso, broncograma aéreo e redução do volume pulmonar. Gasometria arterial: hipercapnia, com pH 7,25. Está hemodinamicamente estável, mas sem diurese na última hora. Em relação à principal hipótese diagnóstica para o caso, afirma-se:
I. Em decorrência da ausência de diurese, a ressuscitação volêmica deve ser agressiva.
II. Visto que a paciente se apresenta hipercapnêmica, há necessidade de aumento dos parâmetros ventilatórios.
III. Caso a paciente não responda ao manejo ventilatório convencional, deve-se considerar posição prona, ventilação de alta frequência e uso de membrana de oxigenação extracorpórea.
Está/Estão correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
HOA-GO (2021) • R1
Sobre a saturação venosa central de oxigênio (SvcO₂) assinale a alternativa incorreta.
CEOQ (2021) • R1
Sobre os fatores responsáveis pelo equilíbrio entre o benefício e a lesão gerada pela febre em pacientes internados na UTI pediátrica, assinale a alternativa incorreta.
HMAR (2021) • R1
Com relação aos métodos de manutenção e ganho de volumes pulmonares em pediatria e neonatologia em terapia intensiva, a avaliação funcional do paciente em estado grave inclui inspeção, palpação e exame físico.
HSI-SE (2019) • R1
Aspectos Emocionais do Paciente Crítico - A admissão a uma Unidade de Terapia Intensiva é uma situação de estresse na vida de uma criança previamente hígida, tal como a exacerbação de uma doença já em curso, em outra previamente submetida aos traumas de uma hospitalização. Invariavelmente, tal situação levará ao sofrimento emocional, com uma série de reações, que podem persistir por semanas e até meses após a alta.
(Dr. Paulo Roberto A. Carvalho; Dra.Regina B. Palma; Dra. Leonice T. Tobias - Médicos Pediatras Intensivistas. In:(PIVA, Jefferson Pedro & al. MEDSI. Terapia Intensiva em Pediatria. 3ªEd. Rio de Janeiro. Cap. 33. p.681 a 687.)
A reação da criança à hospitalização vai depender de muitos fatores, como:
SCO (2018) • R1
Aponte a opção INCORRETA.
HSI-SE (2017) • R1
Você entra em um quarto para obter a impressão inicial de um menino de 10 anos anteriormente estável e o encontra não responsivo a nenhum estímulo e apneico. Você grita para alguém trazer o carrinho da parada, tenta palpar o pulso e como não consegue inicia a massagem cardíaca e ao chegar a enfermeira com o desfibrilador, o paciente é monitorizado e realizada ventilação usando bolsa-máscara com reservatório. O monitor indica taquicardia de complexo largo. Assim que o desfibrilador chega, você aplica um choque não sincronizado de 2J/kg. A verificação do ritmo após 2 minutos de RCP revela fibrilação ventricular. Então, você aplica um segundo choque de 4J/kg e retoma a RCP imediatamente, começando pelas compressões. Um membro da equipe já havia estabelecido acesso intraósseo, então você dá uma dose de adrenalina, 0,01 mg/kg (0,1 mL/kg com diluição 1:10.000) e a RCP é reiniciada depois de segundo choque. Na verificação de ritmo seguinte, a fibrilação ventricular persiste. Você administra um choque de 4 J/kg e reinicia a RCP.
Com base no Algoritmo de Parada Cardíaca Pediátrica, qual a próxima droga e dosagem a ser administradas quando a RCP é reiniciada.
ICRS (2012) • R1
Pablo, 3 anos, com história de diarreia aguda, chega ao hospital, com quadro de choque. Após receber infusão adequada de volume na primeira hora de atendimento, apresenta-se com taquicardia, boa perfusão periférica, extremidades rosadas, enchimento capilar de 1s e hipotensão arterial refratária à infusão de dopamina na dose de 5 mcg/kg/min. Ecocardiograma: débito cardíaco aumentado com boa função ventricular. A droga mais adequada para utilizar neste paciente será:
SUS-RR (2012) • R1
Lactente de seis meses, portador de doença pulmonar crônica, é internado em unidade de terapia intensiva em decorrência de insuficiência respiratória secundária à infecção respiratória aguda. Sua gasometria (FiO2 de 0,4) no momento da internação mostra pH: 7,21; pO2: 63 mmHg; pCO2: 60 mmHg; bicarbonato: 24 mEq/L. Em relação ao distúrbio do equilíbrio acidobásico encontrado, pode-se afirmar que se trata de: