Questões de Puericultura e Hebiatria
Questões de Puericultura e Hebiatria para residência médica
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Resumo rápido
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FJG (2020) • R1
Lactente de um ano e três meses de idade é trazida à UBS, pois mãe relata que o bebê não come. A curva de crescimento encontra-se no score z-0. A melhor conduta é:
BOS (2018) • R1
De acordo com a Organização Mundial de Saúde e o Ministério da Saúde, o diagnóstico de sobrepeso em uma criança de 7 anos pode ser feito se o escore z de
HASP (2020) • R1
Um importante pilar do cuidado pediátrico é a prevenção. Os testes de triagem visam rastrear doenças antes que elas se apresentem clinicamente, com a finalidade de permitir uma intervenção oportuna, evitando ou minimizando os efeitos da evolução natural do agravo. Sobre a prevenção no cuidado pediátrico, considere as seguintes afirmativas: 1. O “teste do olhinho” (teste do reflexo vermelho) é o exame de rastreamento para anormalidades no segmento posterior do olho ou para opacidades e deve ser feito, antes que o recém-nascido receba alta da maternidade. 2. O “teste da orelhinha” (triagem auditiva neonatal) deve ser realizado em todos os recém-nascidos internados em UTI antes da alta hospitalar, e não apenas naqueles com indicativos de alto risco. 3. O diagnóstico de hipotireoidismo congênito é uma das doenças rastreadas pelo “teste do pezinho”, que deve ser feito após o 5 dia de vida do bebê. 4. O Teste do Coraçãozinho é feito ainda na maternidade entre 24 e 48 horas após o nascimento para identificar o nível de oxigênio no sangue. Assinale a alternativa CORRETA:
HPEV (2020) • R1
Lactente masculino, 1 ano e 2 meses, previamente hígido, em consulta de puericultura. Mãe traz a queixa de que seu filho come mal e que está abaixo do peso. No diário alimentar, é visto que o paciente consome 1 litro de leite de vaca por dia, não come legumes e verduras, preferindo os tubérculos e cereais no lugar das carnes. Nos antecedentes pessoais, não há nada digno de nota, com exceção da interrupção do aleitamento materno aos 2 meses de vida. A criança não aceita o sulfato ferroso prescrito pelo pediatra, somente recebe vitamina A + D. Ao exame clínico: BEG, descorado +/4+, hidratado, sem alterações nos demais aparelhos. Peso entre Z -2 e Z -3 (OMS), estatura entre Z -1 e Z -2 (OMS), IMC e peso/estatura entre Z -1 e -2 (OMS). Para o caso em questão, foram coletados exames com os seguintes resultados: Hb = 9,8 g/dL; Hematócrito = 31%; VCM = 73 fL; RDW = 20%; Leucócitos = 8.000/mm3; Plaquetas = 700 mil/μL; Ferritina = 5 ng/mL. Considerando as principais hipóteses diagnósticas, quais deveriam ser as intervenções realizadas para este paciente? [Valores de referência: Hb 10,3 - 13,7 g/dL; Ht 34 - 48%; VCM 80 - 114 fL; RDW 11,6 - 14,8%; Leucócitos 6000 - 17000/mm3; Plaquetas 150 - 450 mil/μL; Ferritina 20 - 200 ng/mL]
HPEV (2022) • R1
Menino de 3 anos de idade está em consulta de puericultura. A mãe queixa-se que o filho demorou a falar, com as primeiras palavras aos 2 anos de idade, depois desapareceu as palavras e hoje só fala "mama". Queixa-se também que o filho não atende ao chamado pelo nome, não olha nos olhos, não se interessa pelas crianças da creche e que tem seletividade alimentar (só come comidas crocantes). Recentemente começou a fazer movimentos de balançar as mãos e girar no próprio eixo quando está feliz, além de enfileirar seus brinquedos. A criança é saudável, nascida a termo. A mãe nega doenças crônicas, histórico prévio de infecção de ouvido e de crises convulsivas. Seu desenvolvimento motor grosso e fino é adequado. Ao exame clínico, não apresenta alterações significativas, com perimetro cefálico, peso e estatura entro o Z escore 0 e +1. A pediatra recomendou estimular linguagem em casa, aumentar brincadeiras e reduzir tempo de tela. O paciente retorna após 2 meses. Os pais mantém as queixas. Qual é a conduta neste caso?
HRPP (2026) • R1
Pré-escolar, 3 anos, sexo masculino, internado em uma unidade de terapia intensiva pediátrica com neoplasia de sistema nervoso central, foi operado pela neurocirurgia com retirada parcial da lesão há 3 meses, e desde então vem realizando tratamento quimioterápico. Ressonância magnética recente mostra aumento importante do tumor e a equipe de oncologia pediátrica considera que não há mais possibilidades terapêuticas para tratamento do tumor. O paciente permanece acamado, pouco responsivo e acompanhado de seus pais, com oxigênio suplementar em cateter. A equipe reúne-se para definir quais condutas terapêuticas serão realizadas nesse paciente. Nesse caso, após conversar com a família, a conduta a ser adotada deve ser:
INTO (2017) • R1
Assinale a assertiva correta em relação à displasia de quadril (deslocamento congênito do quadril-DCQ).
BOS (2022) • R1
O pediatra é consultado pelos pais sobre a maneira mais segura de transportar seu casal de filhos no carro de passeio. O menino, João, tem 14 meses de idade (peso de aproximadamente 11 kg e estatura de 76 cm) e sua filha, Carol, já tem 10 anos, pesa 30 kg e tem altura de 134 cm. Assinale a alternativa que apresenta a orientação mais adequada, visando a segurança dessas crianças.
CESUPA (2023) • R1
Um recém-nascido de 37 semanas e 2 dias, peso de 2.480 gramas e comprimento de 47 centímetros ao nascimento, vem à primeira consulta de rotina, agora com 9 dias de vida. Está sendo alimentado com leite materno exclusivo e a mãe refere boa pega e mamadas eficientes. Até o momento ainda não iniciou nenhuma suplementação vitamínica. Ao exame físico, o peso atual é de 2.310 gramas e a estatura de 48 centímetros. Nenhuma outra alteração ao exame físico. Qual seria a sua conduta neste caso?
DANTE (2025) • R1
Menina, de 11 anos de idade, portadora de síndrome de Down, sem comorbidades, é levada para consulta de puericultura. Seus familiares querem conferir sua carteira de vacinação. Sobre o Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde para pacientes com síndrome de Down, qual é a orientação correta aos pais?