Questões da SES-GO
Questões da SES-GO para residência médica
Treine para residência médica com 1.542 questões da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) no Resify. Resolva questões de provas reais e filtre o banco por ano, área, assunto e nível da prova.
Resumo rápido
O banco reúne 1.542 questões da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO). Comece pelas questões abaixo e consulte os temas mais cobrados para orientar sua revisão.
SES-GO (2026) • R1
Em um paciente com fibrilação atrial, a condição em que se pode optar pelo uso de anticoagulantes diretos. (DOACs), como primeira opção, em relação aos antagonistas da vitamina K (warfarina), é
SES-GO (2026) • R1
Qual é a principal terapia neuroprotetora para os recém-nascidos com encefalopatia hipóxicoisquêmica grave?
SES-GO (2020) • R1
A classificação PALM-COEIN, da Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO) para sangramentos uterinos, define como tratamento de primeira linha para, o sangramento uterino em mulheres de baixo risco para câncer de endométrio, com ultrassonografia normal, excluídas as causas estruturais e comorbidades, os
SES-GO (2023) • R1
Adolescente de 17 anos, com dismenorreia primária, moderada a grave, sem alterações do fluxo menstrual e sem sexarca tem como primeira escolha o tratamento com os
SES-GO (2019) • R1
Leia o caso clínico a seguir. Uma senhora de 81 anos, previamente diabética e hipertensa, chega ao pronto-socorro levada por familiares, que relatam dificuldade de fala, diminuição de força em face e membro superior direitos, precedidos por crise convulsiva, há cerca de três horas e meia. Ao exame, a paciente está alerta, porém não responde a comandos, apresenta hemiparesia flácida à direita, PA = 179 x 97 mmHg; ritmo cardíaco irregular; FC = 120 bpm; glicemia capilar 153 mg/dl. Tomografia de crânio sem alterações agudas. A conduta terapêutica associada à melhoria de prognóstico indicada, neste caso, é:
SES-GO (2021) • R+
Paciente com IRC terminal devido à hipertensão arterial de diagnóstico há 20 anos. Submetida a transplante renal (rim de doador falecido) com boa resposta, porém com início de hiperglicemia após três meses do procedimento, quando foi feito o diagnóstico de diabetes mellitus pós-transplante. Em relação ao caso clínico, sabe-se que:
SES-GO (2022) • R+
Paciente de 39 anos, obeso, hipertenso, é internado com quadro de insuficiência respiratória aguda secundária a Covid-19. Paciente evolui com necessidade de intubação oro- traqueal, choque séptico com uso de altas doses de drogas vasoativas e hemodiálise contínua. Durante a evolução da doença, paciente apresenta melhora clínica, com redução progressiva de drogas vasoativas, permanecendo em suporte dialítico. Subitamente, paciente apresentou piora ventilatória e quadro de tromboembolismo pulmonar. Nesse caso, qual deve ser a conduta?
SES-GO (2022) • R+
Homem, de 53 anos de idade, etilista, é admitido no pronto atendimento com disfagia, taquicardia e febre. Relato de "engasgo" com osso há dois dias, seguido de vômitos intensos. Radiografia de tórax: alargamento mediastinal e pneumomediastino. Nesse caso, qual é a conduta mais adequada?
SES-GO (2024) • R+
Leia o caso clínico a seguir. Paciente do sexo masculino, 57 anos, hipertenso de longa data, com quadro clínico de poliúria e polidipsia há vários meses. Procurou serviço de clínica médica para avaliação. Apresentava glicemia de jejum de 201 mg/dl, hemoglobina glicada de 7,9%, clearence de creatinina calculado (ckd-epi) de 41 ml/min/1,73 m2 e albuminúria de 251mg/g de creatinina. De acordo com as diretrizes da Associação Americana de Diabetes, qual classe de medicamento hipoglicemiante seria indicado como terapia inicial preferencial, isolado ou em associação?
SES-GO (2024) • R+
Pacíente do sexo masculino, 56 anos, IMC 28, sem comorbidades. Diagnosticado como portador de adenocarcinoma de reto, localizado a 8 cm da margem anal. Ressonância magnética evidenciou uma lesão T3, N1, com fáscia mesorretal livre e ausência de invasão vascular extramural. Gânglios da cadeia lateral da pélvis sem sinais de acometimento. Estadiamento a distância não evidenciou sinais de doença metastática sistémica. CEA de 8,0ng/dl. Após 16 semanas de seguimento pós- radioterapia, o paciente retorna ao consultório trazendo os seguintes exames: - Retossigmoidoscopia flexível: presença de lesão ulcerada residual de 0,8 cm, cerca de 9 cm da margem anal, com moderada estenose da luz do reto, dificultando, mas permitindo a passagem do colonoscópio; biópsia com processo inflamatório sem lesões neoplásicas residuais. - Ressonância magnética da pélvis: Boa resposta, fibrose densa sem tumor residual óbvio (mTRG2). Gânglio previamente identificado desapareceu. Ao toque retal, percebe-se área mais endurada na ponta do indicador, de difícil diferenciação entre fibrose ou neoplasia. Baseando-se nos resultados apresentados nos exames, a conduta mais apropriada para esse paciente é a: