SMS-Florianópolis (2015) • R1
Jovem, 18 anos, vítima de violência sexual há 4 horas com penetração vaginal e anal, sem uso de preservativo, com indivíduo desconhecido, episódio único, foi levada pelos pais ao atendimento médico. Acerca deste episódio de violência sexual, assinale a alternativa correta.
SMS-Florianópolis (2015) • R1
Paciente, 20 anos, vítima de acidente automobilístico, sem cinto de segurança, com trauma tórax-volante, deu entrada no serviço de emergência com FC de 140 bpm, FR de 24 irpm, PA de 60 x 40 mmHg e SatO₂ de 90%. Ao exame físico do apresentava: turgência jugular, murmúrio vesicular fisiológico presente bilateralmente sem sons adventícios; bulhas rítmicas hipofonéticas em 2T sem sopros; abdome sem alteração. O provável diagnóstico e conduta imediata são, respectivamente:
SMS-Florianópolis (2020) • R1
A equipe de saúde da família da médica Marília discute em reunião sobre a vigilância dos casos de sífilis em seu território, cuja prevalência tem aumentado sensivelmente na comunidade assistida - "temos tido pelo menos um caso diagnosticado por semana", observa a enfermeira Júlia. A discussão de hoje foi motivada pela informação trazida por uma das agentes comunitárias de que a gestante Maria estava internada por conta da perda do seu bebê por volta de 34 semanas, tendo como diagnóstico provável o de sífilis congênita. A equipe, que notou em sua planilha de vigilância que Maria iniciou seu pré- natal tardiamente e que não havia completado as doses de penicilina depois do diagnóstico de sífilis latente, conversava sobre os desafios de se manter a vigilância dos casos em um cenário de alta pressão assistencial. É correto afirmar que:
SMS-Florianópolis (2021) • R1
Com relação à realização de Ultrassonografia (US) Obstétrica em gestantes que iniciaram o pré-natal em tempo recomendado e sem nenhum fator de risco identificável ao longo do pré-natal, é correto:
SMS-Florianópolis (2020) • R1
José, 39 anos, trabalha como feirante e vem queixando-se de dor epigástrica em queimação com irradiação superior até a região da faringe. Relata que apresenta os sintomas há vários anos, intercalando períodos de aumento ou diminuição da queixa. Já fez uso de omeprazol, sendo o último ciclo realizado há cerca de 5 anos, em conjunto com terapia de erradicação de Helicobacter pylori. Refere que a dor abdominal melhora com alimentação. Nega despertar noturno, perda de peso ou disfagia. Sobre o quadro de José, é correto afirmar que:
SMS-Florianópolis (2021) • R1
Lisandro, 25 anos, procurou a unidade de saúde com queixa de saída de secreção amarelada do pênis, dor ao urinar e coceira uretral que iniciaram há 3 dias. Negou febre, lesões na pele e no pênis. Estava preocupado, pois tinha parceria fixa há 3 meses e não usava preservativo pois julgava que o relacionamento estava firme. Sua parceira nem podia imaginar que ele estava com alguma doença venérea. ""Seria um transtorno"", disse ele à médica residente que o atendia. Tímido, consentiu com o exame físico, o qual evidenciou: afebril, normocárdico e normotenso; sem alterações no abdômen; genitais sem lesões à inspeção, corrimento uretral abundante; ausência de linfonodos inguinais palpáveis. Pele sem particularidades. Diante do quadro, qual a conduta corretamente proposta?
SMS-Florianópolis (2023) • R1
Mulher, negra, 63 anos, portadora de dor difusa crônica, hipertensão arterial sistêmica e obesidade. É líder comunitária e responsável por furar as orelhas dos bebês da comunidade. Vem a primeira consulta com o residente de medicina de família e comunidade. Muito chorosa, diz que não consegue falar e que sente dor. Quando ela se refere à garganta e coloca seus dedos na parte frontal da mesma, apresenta piora da disfonia que já ocorria desde o início da consulta. Quando questionada sobre o tabagismo, comenta que sua "pomba gira" fuma quando vai ao terreiro. O mesmo relato ocorre quando se refere a bebida alcoólica. Refere que vai ao terreiro 5 vezes por semana, não sabe precisar quantos cigarros são utilizados por dia. Frequenta o terreiro desde os 20 anos. Nega perda de peso. Refere disfonia há pelo menos 2 anos. De acordo com o caso clínico acima, sobre a disfonia, marque a alternativa correta:
SMS-Florianópolis (2022) • R1
Rinaldo, 4 anos, é trazido pela mãe, com febre de até 40 graus, há cerca de 2 dias. Nega quaisquer outras queixas. Quando a febre abaixa, mantém bom estado geral e inclusive boa ingesta alimentar. Tem sido medicado com paracetamol, que faz cessar a febre por cerca de 6 a 8 horas. Última dose há cerca de 3 horas. Rinaldo tem esquema vacinal completo para sua idade. Ao exame: FR=34 mrm, FC=112 bpm, Taxilar=37,2ºC, bom estado geral, hidratado, corado, eupneico. Auscultas cardíaca e pulmonar normais. Sem rigidez de nuca. Oroscopia e otoscopia normais. Abdome depressível, indolor e sem visceromegalias.
Dado o quadro clínico, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada:
SMS-Florianópolis (2023) • R1
Ana Cláudia é uma recém-nascida de 30 dias que é trazida para a consulta de rotina de puericultura por sua mãe, Cristina, de 32 anos. Cristina descobriu HIV durante o parto. Ela havia realizado o teste de HIV durante a gestação somente na primeira consulta, no primeiro trimestre. Assinale a alternativa correta sobre qual a conduta mais adequada que o médico de família e comunidade (MFC) deve tomar em relação ao cuidado de rotina da criança exposta ao HIV:
SMS-Florianópolis (2022) • R1
Chega à unidade Mônica, 34 anos, com o filho Henrique, 9 anos. A mãe refere que Henrique, desde o início da pandemia de COVID-19, com as aulas online, passou a ficar mais tempo que o habitual em frente ao computador e no celular, reduzindo significativamente as atividades ao ar livre. Mônica preocupa- se com o ganho de peso de Henrique no último ano e tem medo do filho ter diabetes, já que tem história na sua família dessa doença (avó paterna de Henrique) e que ela mesma tem obesidade e recebeu diagnóstico do seu médico - dados do nascimento e acompanhamento de crescimento e desenvolvimento no primeiro ano de vida não apresentam alterações. Ao exame físico, apresenta peso de 48kg, altura 1,40m (escore z>1 e <2), IMC 24,48 kg/m² (escore z=3), pressão arterial de 110/70mmHg, não tem outras alterações que chamem atenção.
Sobre a conduta diante desse caso, além de prover apoio psicossocial e realizar uma abordagem familiar, você, como médico(a) de família e comunidade, deve: