Questões da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)

Questões da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) para residência médica

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Resumo rápido

O banco reúne 1.612 questões da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Comece pelas questões abaixo e consulte os temas mais cobrados para orientar sua revisão.

UERJ (2020) • R1

Questão desatualizada

Paciente de 16 anos, com estatura normal e presença de pelos pubianos e axilares, refere nunca ter menstruado. Ao exame físico, identifica-se apenas o terço final da vagina. Ao exame de imagem, verifica-se útero ausente com ovários tópicos e de volume normal. O cariótipo é 46XX. A classificação desse distúrbio de disfunção sexual e a terapia mais indicada nesse caso, respectivamente, são:

    UERJ (2019) • R1

    Questão anulada

    Mulher de 30 anos, branca, apresenta história de doença há alguns meses. Há sete meses, apresenta dor e edema em articulações das mãos, principalmente nas interfalangianas proximais e distais com algum grau de simetria. Nos últimos dois meses, vem notando também deformidades nas mesmas articulações. Tem alterações de pele há vários anos, com lesões eritêmato-descamativas em cotovelos e joelhos, além de envolvimento periungueal em mãos, e unhas com irregularidades apresentando depressões puntiformes. Para esse caso, o diagnóstico e o melhor tratamento para o quadro articular, respectivamente, devem ser:

      UERJ (2023) • R1

      Mulher de 58 anos, solteira e desempregada, tem um filho saudável. Seus dois irmãos são hipertensos, sendo um deles obeso e diabético, e o pai faleceu recentemente por acidente vascular encefálico. Procurou a APS com queixa de cefaleia e tonteira. Refere que não gosta de tomar remédios. Sabe que precisa fazer dieta e exercícios, mas não tem vontade para fazer nada desde a morte de seu pai. No exame físico, foi evidenciado IMC = 36 e PA = 160 x 90mmHg. Seus exames laboratoriais mostram colesterol elevado. Com base nesse caso, a estratégia mais adequada para garantir a adesão terapêutica e estimular o autocuidado é:

        UERJ (2025) • R1

        Homem de 72 anos procurou atendimento médico com queixa de dor precordial, em aperto retroesternal, quando sobe dez degraus da escada ou quando caminha a distância de 400m rapidamente. Na anamnese, constata-se que é diabético (última hemoglobina glicada = 7,5%); dislipidêmico (último LDL-colesterol = 100mg/dL); ex-tabagista (parou há um ano) e hipertenso (pressão = 134x86mmHg). Ao exame, não apresentou dor na palpação ou nos movimentos torácicos. Diante disso, o médico solicitou teste ergométrico. Ao retornar, o paciente traz resultado de teste negativo para isquemia no esforço, com observação de que teve má adaptação à esteira rolante durante o exame. Sabe-se que a sensibilidade do teste ergométrico é de aproximadamente 70% e que a especificidade é de 90% para isquemia no esforço induzido. A avaliação do teste e as condutas que devem ser implementadas nesse paciente, respectivamente, são:

          UERJ (2024) • R1

          Gestante na 33a semana, com diagnóstico de pré-eclâmpsia, é atendida na maternidade com quadro de sangramento vaginal e de dor abdominal intensa iniciado há 30 minutos. Ao exame, verifica-se PA = 170 x 120mmHg, tônus uterino aumentado e BCF = 120bpm. Ao toque vaginal, identifica-se colo centralizado, 90% apagado, 3cm dilatado, cefálico, com sangramento vaginal intenso. Diante da principal hipótese diagnóstica para o quadro clínico apresentado, uma das complicações esperadas é:

            UERJ (2022) • R+

            Mulher de 65 anos, com história de cansaço, há alguns meses, associado à adinamia e palidez das mucosas, apresenta língua lisa, avermelhada e com queilite angular. O exame físico não mostra visceromegalias, mas indica alteração de sensibilidade vibratória em membros inferiores. O exame laboratorial apresenta creatinina = 1,0mg/dL, LDH = 3.500UI, hemoglobina = 8,5g/dL, leucócitos = 4.000/mm3, com diferencial normal e plaquetas de 100.000/mm3. A dosagem de reticulócitos é de 3,0%, VCM = 120fL e CHCM = 33g/dL. O sangue periférico apresenta anisocitose, macrócitos ovais, metamielócitos gigantes e plurissegmentação de polimorfonucleares. Em relação à doença mais comum que leva a esse tipo de anemia, é correto afirmar que a (o):

              UERJ (2023) • R+

              Mulher de 56 anos, hipertensa e diabética, com controle glicêmico inadequado, em uso de enalapril, anlodipino e metformina, comparece à consulta médica com os seguintes exames laboratoriais: creatinina = 1,6mg/dL, determinando clearance de creatinina = 36mL/min, potássio = 5,6meq/L, hemoglobina glicada = 8,8% e relação albumina/creatinina = 640mg/g. Ao exame físico, a apresenta pressão arterial de 150 x 90mmHg. Nesse momento, com o intuito de reduzir a progressão da doença renal, a medicação que deve ser iniciada é:

                UERJ (2022) • R+

                Paciente com obesidade grau II, hipertensão arterial sistêmica e doença do refluxo gastroesofágico refratário ao tratamento clínico, apresenta artralgia severa nos dois joelhos. Nesse caso, o procedimento ideal para corrigir o refluxo em conjunto com o excesso de peso consiste em realizar:

                  UERJ (2021) • R+

                  Homem de 59 anos, com história de hepatite B crônica tratada há 20 anos, vem em acompanhamento no ambulatório de hepatologia. No último ano, evoluiu com aparecimento de varizes de esôfago, que estão sendo tratadas com ligadura elástica endoscópica. Na última avaliação, apresentava-se assintomático. Os exames laboratoriais mostraram: bilirrubina total sérica = 2,5mg/dL; albumina = 2,2g/dL; INR = 1,02; dosagem de alfa-fetoproteína (AFP) = 480ng/mL. Foi solicitada TC de abdômen e pelve, que identificou uma lesão com 2,5cm em seu maior diâmetro no segmento VIII e outra lesão com 2cm em segmento IV, sugestivas de carcinoma hepatocelular. A melhor conduta para esse paciente é:

                    UERJ (2020) • R+

                    Paciente de 57 anos tem apresentado episódios recorrentes de fibrilação atrial paroxística. Ele está em acompanhamento na clínica médica por quadro de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, causada por cardiopatia isquêmica em fase dilatada. Avalia-se como melhor opção farmacológica a estratégia de controle de ritmo, a ser iniciada nessa consulta. O fármaco mais seguro e eficaz para esse paciente é: