Questões da Universidade de São Paulo - Ribeirão Preto (USP-RP)

Questões da Universidade de São Paulo - Ribeirão Preto (USP-RP) para residência médica

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Resumo rápido

O banco reúne 3.794 questões da Universidade de São Paulo - Ribeirão Preto (USP-RP). Comece pelas questões abaixo e consulte os temas mais cobrados para orientar sua revisão.

USP-RP (2018) • R+

Homem, 72 anos, assintomático, em uso de enalapril por hipertensão arterial. Exame fisico: BEG, peso: 68 kg. PA: 130 x 84 mmHg: FC: 76 bpm. Exames laboratoriais: urina rotina: densidade: 1012; proteínas: negativa; glicose: negativa; leucócitos: 2/campo; hemácias: 2/ campo. Hb: 13 g%: Ht: 44%; glicemia de jejum: 170 mg/dL; HbA1c: 8,5%; creatinina: 3,1 mg/dL. Qual é o tratamento mais indicado?

    USP-RP (2022) • R+

    Primigesta, 27 anos, ao iniciar pré-natal fez ultrassonografia de primeiro trimestre que identificou gestação tubária à direita de 3 cm, sem batimentos cardíacos e com discreta quantidade de líquido livre na cavidade abdominal, sendo encaminhada à hospital de urgência para conduta. Realizados exames: hemoglobina: 12,3 g/dL; B-HCG: 2500 mUl/ml; progesterona de 5,0 mUl/ml. Nesta situação o que seria mais indicado para esta paciente?

      USP-RP (2026) • R+ • USP-RP (2026) • R1

      Mulher de 46 anos, G3P3, procura o ambulatório de ginecologia para avaliação de risco oncológico. Tem mãe falecida por câncer de ovário aos 55 anos e uma irmã com câncer de mama diagnosticado aos 42 anos. Nunca usou contraceptivo hormonal, menarca aos 11 anos, menopausa ainda não instalada. Nega cirurgias prévias e não apresenta sintomas atuais. IMC = 27 kg/m2. Exame físico normal. Qual a conduta mais adequada neste momento?

        USP-RP (2025) • R+

        Homem, 55 anos, com dor precordial aos esforços há 6 meses, atualmente aos pequenos esforços, sem piora há 3 meses. Apresenta hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus tipo 2 e dislipidemia. Em uso de AAS, sacubitril/valsartana, bisoprolol, espironolactona, metformina e dapaglifozina. Exame físico sem alterações. Exames complementares: Eletrocardiograma: ondas Q patológicas em derivações periféricas inferiores, sem outras alterações. Ecocardiograma: fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 30%. Cateterismo cardíaco: placas coronarianas com estenose de 60% no segmento distal do tronco da coronária esquerda e oclusão do segmento proximal da coronária direita. Qual é a conduta mais apropriada?

          USP-RP (2024) • R+

          Mulher de 45 anos, em atendimento ambulatorial, demonstrou interesse em realizar exame de rastreamento para câncer colorretal, pois a mãe acabou de receber diagnóstico de câncer no cólon sigmoide aos 65 anos. Encontra-se assintomática e não possui comorbidades. Dentre os exames abaixo, qual a melhor estratégia de rastreamento para a paciente?

            USP-RP (2017) • R1

            Questão anulada

            Uma senhora de 58 anos de idade vem à Unidade de Saúde da Família para uma consulta de rotina e queixa-se que sempre teve problemas para dormir e que isto tem piorado muito nos últimos anos. Está mais dispersa, com dificuldades de se concentrar e está ficando muito sonolenta durante o dia. A paciente é saudável, não apresenta sintomas ansiosos ou depressivos. Você então solicita que a paciente faça um diário do sono e siga algumas recomendações básicas para uma boa higiene do sono. Dois meses depois, ela retorna e queixa-se que apesar de atender às recomendações sugeridas, ainda mantém o quadro de insônia. Você opta por iniciar tratamento medicamentoso por um curto período de tempo. Dentre as possibilidades apresentadas, qual a melhor opção terapêutica?

              USP-RP (2016) • R1

              Mulher com 23 anos, G1P1, amamentou por até 8 meses. Veio à consulta em UBS para saber o que precisa ser feito agora que parou de lactar e aprender a fazer autoexame mamário. Apresenta-se sem queixas no momento, está em uso de progestágeno contínuo para contracepção e o exame físico é normal. Com relação ao autoexame, qual a orientação mais adequada a ser fornecida à paciente?

                USP-RP (2026) • R1

                Mulher de 61 anos, G2P2, menopausa há 11 anos, IMC: 34 kg/m2, hipertensa e diabética tipo 2, em uso de tamoxifeno há 3 anos por câncer de mama tratado, procura atendimento ambulatorial em Unidade Básica de Saúde por sangramento vaginal recorrente há cerca de 2 meses. Ao exame: sinais de atrofia vaginal, sem lesões cervicais visíveis. Hemoglobina: 12,6 g/dL, coagulograma normal. A ultrassonografia transvaginal mostra endométrio linear e homogêneo, espessura de 3,5 mm, sem líquido intracavitário, miomas intramurais pequenos sem deformidade evidente da cavidade. Qual é o próximo passo mais adequado na investigação?

                  USP-RP (2026) • R1

                  No pronto-socorro de um hospital terciário, chega um homem de 72 anos com quadro de febre (38,5°C), dor em hipocôndrio direito há 2 dias e vômitos. O paciente é diabético e hipertenso, com antecedente de infarto agudo do miocárdio há 6 meses (em uso de beta bloqueador, AAS e clopidogrel) e apresenta doença pulmonar obstrutiva crônica em estágio avançado (usa oxigênio domiciliar). Ao exame, encontra-se taquicárdico (FC:115 bpm), PA 100x60 mmHg, sudoreico. Abdome com dor importante à palpação em hipocôndrio direito, sinal de Murphy positivo e defesa muscular local; leve icterícia (+/4). Ultrassonografia de abdome evidencia vesícula biliar distendida, com parede espessada (6 mm) e cálculo de 1,5 cm impactado no infundíbulo, além de moderada quantidade de líquido pericolecístico. Há dilatação discreta de vias biliares intra-hepáticas, sem cálculo visível no colédoco. Qual a melhor conduta terapêutica inicial?

                    USP-RP (2020) • R1

                    Mulher de 57 anos queixa-se de ondas de calor intensas, dor em queimação e prurido na região genital, e dor intensa nas relações sexuais. Encontra-se em seguimento de câncer de mama tratado há 3 anos e faz uso de tamoxifeno. Assinale a alternativa correta em relação ao esquema terapêutico correto para esta mulher.